terça-feira, 30 de outubro de 2012

ACIDENTES DE TRABALHO – A TRISTE SINA DO TRABALHADOR BRASILEIRO




As reportagens reproduzidas abaixo noticiam ocorrências de acidentes de trabalho no Brasil na semana passada. Do jeito que a coisa vai, o Anuário Estatístico da Previdência Social para 2012 não deverá ficar muito diferente do que foi divulgado pela Previdência Social na semana passada em relação ao ano de 2011. 

Todos os dias acontecem milhares de acidentes de trabalho. O que é publicado na imprensa é apenas a ponta de um problema gigantesco, geralmente, os acidentes mais graves. Mas há milhares de trabalhadores anônimos que sofrem ferimentos ou que adoecem nos ambientes de trabalho.

Quedas, soterramentos, explosões, intoxicações, cortes, são inúmeras as causas e formas de acidentes de trabalho que machucam e causam traumas em trabalhadores. Má conservação de máquinas e veículos, negligência com equipamentos de segurança e proteção, descumprimento de regras e muitas outras circunstâncias cercam os acidentes de trabalho e poderiam ser detectadas pelos Auditores-Fiscais do Trabalho caso eles fossem em número suficiente para chegar a todos os locais de trabalho. A realidade, entretanto, não é essa.

Mesmo com o concurso realizado em 2010, hoje os Auditores-Fiscais do Trabalho são menos de três mil em atividade, com perspectivas de diminuição a cada dia, já que muitos já estão aptos a se aposentar. Com esse quadro diminuto frente ao crescimento econômico, ao boom imobiliário, ao aumento do número de empregos formais, entre muitas outras variáveis, fica cada vez mais difícil alcançar todos os estabelecimentos, canteiros de obras, comércio, serviços, frentes de trabalho em agricultura e grandes obras como hidrelétricas na Região Norte do país. O desafio é imenso e ficará cada vez maior tanto mais o governo demore para tomar medidas de recomposição e ampliação do quadro da Auditoria-Fiscal do Trabalho.

Os números estão avisando e, pior, eles podem ser muito maiores, devido à subnotificação e aos casos que não são cadastrados como acidentes de trabalho quando, na verdade, o são.

Veja algumas notícias sobre acidentes:

24-10-2012 - TV Globo – Jornal Regional – Ribeirão Preto (SP)
Operário morre enquanto trabalhava em obra de saneamento



quarta-feira, 24 de outubro de 2012

ACIDENTES DE TRABALHO MATAM 45.409 PESSOAS NA CHINA ENTRE JANEIRO E SETEMBRO

    
Os acidentes de trabalho na China causaram 45.409 mortes nos três primeiros trimestres de 2012, uma queda anual de 15,3%, informou o órgão de segurança de trabalho do país.

  Ao todo, 210.797 acidentes foram registrados na China de janeiro a setembro, uma diminuição anual de 21,3%, de acordo com dados divulgados em uma conferência nacional sobre segurança do trabalho.

  Fu Jianhua, chefe da Administração Estatal para Supervisão de Segurança de Minas de Carvão, indicou que nas minas do país morreram 1.146 pessoas e 650 acidentes foram registrados entre janeiro e setembro.

  As mortes causadas por operações ilegais representam 46,5% do número total de mortes acidentais, disse Fu.

  O chefe da Administração Geral da Supervisão de Segurança do Trabalho, Yang Dongliang, destacou na conferência a importância da segurança em minas de carvão e acrescentou que a administração enviará grupos supervisores a 20 importantes distritos para iniciar revisões específicas.

  As minas na China estão entre os locais onde se registram mais mortes no mundo, porque acidentes fatais ocorrem frequentemente devido à falta de regulamentos de segurança e de conscientização sobre o tema.

  As autoridades pretendem fechar 625 minas pequenas este ano.

por Agência Xinhua

Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2012/10/24/1s157532.htm

terça-feira, 23 de outubro de 2012

APELIDO NO TRABALHO NEM SEMPRE GERA DANO MORAL



Um vigilante da Prosegur Brasil, empresa de segurança e transporte de valores, não vai receber indenização por danos morais pelo fato de ser chamado de Maçarico e Dedo duro. Recurso do trabalhador ao Tribunal Superior do Trabalho foi rejeitado, permanecendo a decisão do Tribunal Regional (TRT, segunda instância, que confirmou ser indevida a indenização, até por que, na Prosegur, quase todos os empregados eram chamados por apelidos. E também por não ter ficado provado que tais apelidos eram impostos pelas chefias.

O reclamante alegou que, a partir de 2006, começou a sofrer frequentes humilhações de seus superiores, que o chamavam de Maçarico e Dedo duro, por supostamente divulgar e comentar eventuais falhas que seus colegas teriam cometido. E sustentou ter sido acometido de "grande transtorno psíquico, como síndrome de pânico e violenta depressão, tendo sido afastado pelo INSS entre fevereiro e junho de 2007".

As testemunhas ouvidas pela Justiça do Trabalho relataram que elas próprias também eram chamadas por apelidos, como Baturé, Negão e King Kong, e que as alcunhas tinham diversas origens, surgindo frequentemente no meio dos colegas.

Um dos vigilantes ouvidos, apelidado de Saci ou Tocha, contou que conhecia e tratava o autor da ação pelos apelidos, mas que desconhecia seu comportamento de "dedo duro".

Recurso
Com o pedido de indenização negado pela Justiça trabalhista de primeiro grau, o segurança apelou ao TRT, mas o recurso foi desprovido, uma vez que não foi comprovado, pelo autor da ação, que os apelidos lhe foram dados pelos superiores, ou que tinham a intenção de humilhá-lo. O acórdão também ressaltou que o fato de o vigilante não chamar os outros colegas por seus apelidos em nada alterava a sentença.

O segurança pretendia provocar uma decisão do TST, com base em recurso de revista. Mas o TRT não permitiu que o recurso "subisse", alegando que a peça não apresentava a devida divergência jurisprudencial para comparação, e que sua apreciação ensejaria a revisão de provas, o que é vetado pela Súmula nº 126.

Assim, o TST rejeitou ("não conheceu") o recurso, sem discutir o mérito da decisão da segunda instância.


Fonte: Jornal do Brasil/Luiz Orlando, Brasília

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/10/22/apelido-no-trabalho-nem-sempre-gera-dano-moral/

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

AQUECIMENTO EM MÁQUINA CAUSA INCÊNDIO NA FÁBRICA DA PEDRA EM DELMIRO GOUVEIA

Minuto Sertão
por Jota Silva com Fábio Guedes e Ítallo Timóteo 
Crédito: Grupo Carlos Lyra


Na manhã desta segunda-feira (22), um incêndio em uma das galerias que armazenam resíduos de Algodão na Fábrica da Pedra S/A Fiação e Tecelagem, pertencente ao Grupo Carlos Lyra, em Delmiro Gouveia, por pouco não destruiu o galpão que fica no subsolo do prédio industrial. 

Segundo a coordenadora de segurança do trabalho, Viviane, o fogo começou depois do aquecimento de uma máquina responsável pela produção de linhas. A fumaça liberada pela ferramenta junto com algumas faíscas teriam sido os possíveis indícios das chamas que atingiram um amontoado de algodão. 

Duas equipes do 9º Grupamento de Bombeiros Militar foram acionadas para conter o incêndio, considerado pelos militares, de pequena proporção, mas quando chegaram ao local fabril, as labaredas já tinham sido contidas pela Brigada de Incêndio da indústria. No momento do sinistro, funcionários saíam para horário de almoço, conforme apurou o Minuto Sertão, alguns nem chegaram a notar o ocorrido. Ninguém se feriu. 

De acordo com a sargento do CB Cláudia Braz, mesmo com o local já fora de risco de novos focos, foi feito um rescaldo para garantir que o fogo não voltasse.

SISTEMA CONFEA/CREA E MÚTUA DISCUTE PROJETO DE LEI DOS TECNÓLOGOS NO CONGRESSO NACIONAL

                                                          Fonte: www.confea.org.br
                                              
Solicitada pelos coordenadores das Câmaras Especializadas de Engenharia Civil dos Creas, uma audiência, na tarde desta terça-feira (16/10), com a deputada federal Fátima Bezerra (PT/RN) tratou sobre o Projeto de Lei dos tecnólogos, que, entre outros itens, enumera as atribuições dos profissionais tecnólogos e define que o registro profissional desses seja feito no Ministério do Trabalho.

Na ocasião, o presidente do Confea, José Tadeu da Silva, apresentou como a discussão das atribuições dos tecnólogos tem ocorrido no âmbito do Sistema Confea/Crea e Mútua e esclareceu que, por determinação de lei, quem estabelece e concede atribuições são os conselhos profissionais.

O conselheiro federal Francisco Ladaga explicou que o ponto do projeto que diverge com o Sistema Confea/Crea e Mútua é o fato de ele enumerar as atribuições do tecnólogo. “Há anos trabalha-se dentro da política de que o que define as atribuições de um profissional é a sua real formação. Desde então, tenta-se estabelecer isso por meio de análise curricular, atendendo inclusive a flexibilidade proposta pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Definir atribuições por meio de lei, que é o que este PL propõe, quebra a metodologia que o Sistema busca implantar para ser adotada”, explicou.

De acordo com o assessor Pedro Lopes, a deputada foi sensível à apresentação e, por isso, se prontificou para elaborar uma nova redação do PL para atender o pleito do Sistema Confea/Crea e Mútua, contemplando o que reivindicam os tecnólogos, dentro dos princípios legais.

De acordo com a conselheira federal Darlene Leitão, que participou da audiência, a deputada foi muito receptiva e entendeu a preocupação do Confea sobre como o projeto está colocado. “O Confea tem que ficar atento e acompanhar essas propostas de mudanças de leis, pois quem são os especialistas, entendedores e aplicadores das leis no âmbito das profissões da área tecnológica somos nós, o Sistema Confea/Crea e Mútua. Temos de estar presentes no Congresso Nacional quando das discussões de questões que afetam os profissionais”, completou.

Estiveram presentes na audiência representando o Sistema, além do presidente José Tadeu da Silva e Darlene Leitão, o assessor Pedro Lopes de Queiros, os conselheiros federais Francisco Ladaga e Melvis Barrios e o coordenador nacional das Câmaras Especializadas e Engenharia Civil, André Schuring, além do coordenador das câmaras do Crea-RJ, Edison Ribeiro, e um assessor da câmara do Crea-TO, Jefferson Cassoli.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

SUCESSO TOTAL / MALG FAZENDO A SEGURANÇA DE SUA EMPRESA



A empresa MALG consultoria e treinamentos foi fundada em 2012, e está localizada em Paulo Afonso – BA. Tendo em vista a necessidade das empresas/organizações em atender e se adequar corretamente as legislações voltadas para a saúde e segurança no trabalho, tornando-se assim um diferencial para elas.

 Com a finalidade de buscar melhor atendimento e esclarecimentos aos clientes sobre normas regulamentadoras, segurança do trabalho e treinamentos, a MALG visa a melhoria contínua das empresas/organizações, primando pela saúde e segurança dos seus colaboradores.

 SERVIÇOS
 - Elaboração de PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais/ NR-9 MTE
 - Elaboração de PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional/  NR 7
 - Treinamento para membros da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes/ NR-5 MTE
 - Elaboração de Mapa de Riscos/ NR-5 MTE
 - Ginástica Laboral

 ÁREA DE ATENDIMENTO
 A MALG Consultoria e treinamentos atua na Cidade de Paulo Afonso-BA, e atendendo também nas cidades circunvizinhas. Podendo prestar serviços em outros Estados, tais como: Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

 EQUIPE TÉCNICA
 Lucas Santos Gomes
 Tecnólogo em Segurança no Trabalho
 Técnico em Segurança no Trabalho

 Madson Alexandre Salvino de Melo
 Tecnólogo em Segurança no Trabalho
 Técnico em Segurança no Trabalho
 Pós-Graduando em Gestão Ambiental e Recursos Hídricos

 FALE CONOSCO:

Malg.consultoria@hotmail.com
http://www.facebook.com/MalgConsultoriaSST?ref=ts&fref=ts          CURTA
http://www.facebook.com/MALG.CONSULTORIA?ref=tn_tnmn         ADICIONE
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=5088749220071730856        ADICIONE


CONSULTORES

Madson Alexandre Salvino de Melo
madsonalexandre@hotmail.com
(55) 75 8814 9093
(55) 75 9190 1636


 Lucas Santos Gomes
 lucas_sandes2@hotmail.com
 (55) 75 9231 7482
 (55) 75 8883 2363
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