sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

70% DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO SÃO DEMITIDOS POR MOTIVO DE RELACIONAMENTO


A profissão de Técnico de Segurança começou no Brasil com a denominação de inspetor de segurança. No segundo momento a alcunha passou a Supervisor se Segurança e logo em seguida, mudou para Técnico de Segurança do Trabalho. A própria nomenclatura da profissão induz a conduta de relacionamento que traz muitos prejuízos para a vida profissional dos nossos colegas de profissão. Partimos do princípio que a denominação de inspetorâ remete uma imposição de xerife. Na mudança para supervisor, essa visão passou a ser do profissional que chefia, tem poder de mando ou é preposto da empresa. Quando se verificou que essa designação não estava apropriada, mudou para Técnico de Segurança do Trabalho.
Não está claro que a função do técnico é ser promotor de Segurança e Saúde no Trabalho. Vale lembrar que promover é diferente de um executor. Essa confusão fortalece a conduta generalista, ou seja, o faz tudo. Sabemos, também, que o TST é uma das poucas profissões em que as funções são estabelecidas por lei através da portaria 3275/MTE - que levada a rigor, contempla quase que 100% das ações do profissional sem desvio de função. Fazer gestão e promover, o que é mais amplo do que fiscalização e cumprimento da legislação e apontamento de erros e defeitos.
Para que isso seja minimizado os profissionais de nível técnico precisam ser versáteis, direcionando as ações sem comprometer o objetivo final e não entrando em choque com as relações de trabalho. Um dos problemas de saúde e segurança do trabalho é a falta de gestão e indicadores de desempenho. Com isso, os interlocutores: empresa, empresários, trabalhadores e os segmentos que têm ligação direta com a nossa área não conseguem mensurar as ações, com isso, depondo contra o papel do técnico na frente de trabalho.
Nossa formação foi e continua sendo tecnicista. Na prática, sabemos que a técnica é muito importante, mas a experiência tem mostrado que as técnicas de negociação e a sociologia nas relações de trabalho são importantes. O TST se relaciona com todos os atores da empresa, desde o mais humilde trabalhador até o mais elevado nível da diretoria. Se o técnico não estiver qualificado e preparado para lidar com essa realidade, irá adotar consequentemente, uma conduta parcial e conflitante.
Existe uma tese bem conhecida nas relações do trabalho de que, o sucesso de uma profissão no nível médio que é nosso caso, ela não pode ser por imposição ela deve ser conquistada nas relações de trabalho. Considerando essas variáveis, podemos reduziremos um câncer da profissão, chamado: Desvio de função. Muitas vezes a necessidade de manter o emprego, força o técnico a cumprir ordens que não condizem com as funções já estabelecidas. Vale salientar que todas estas dificuldades elas não se resumem apenas ao TST. Acompanha também todos os profissionais de SESMT - Serviço Especializado de Segurança e Saúde no Trabalho, com menos grau de intensidade, essa realidade atinge mais o técnico por estar mais ligado de forma presencial ao local de trabalho, interagindo com a rotina produtiva da empresa.
Nesse sentido, quando o TST conseguir se colocar como promotor da saúde e segurança do trabalho, aplicando mecanismos de avaliação de desempenho e demonstração de forma clara que suas ações proporcionam o ganho de qualidade de vida no trabalho e agregando valores para o negocio da empresa para o trabalhador, considerando as Normas do Estado, o profissional será mais respeitado e minimizará essa tragédia de que 70% do TST são demitidos por questões de relacionamentos e não por desempenho técnico.
Fonte: SINTESP 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

CURTA NOSSA PÁGINA



LINK:

http://www.facebook.com/MalgConsultoriaSST?ref=hl


A empresa MALG consultoria e treinamentos foi fundada em 2012, e está localizada em Paulo Afonso – BA. Tendo em vista a necessidade das empresas/organizações em atender e se adequar corretamente as legislações voltadas para a saúde e segurança no trabalho, tornando-se assim um diferencial para elas.

Com a finalidade de buscar melhor atendimento e esclarecimentos aos clientes sobre normas regulamentadoras, segurança do trabalho e treinamentos, a MALG visa a melhoria contínua das empresas/organizações, primando pela saúde e segurança dos seus colaboradores.

SERVIÇOS

- Elaboração PCMSO -Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional / NR-7 MTE

- Elaboração de PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais/ NR-9 MTE

- Treinamento para membros da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes/ NR-5 MTE

- Elaboração de Mapa de Riscos/ NR-5 MTE

- Ginástica Laboral

ÁREA DE ATENDIMENTO

A MALG Consultoria e treinamentos atua na Cidade de Paulo Afonso-BA, e atendendo também nas cidades circunvizinhas. Podendo prestar serviços em outros Estados, tais como: Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

EQUIPE TÉCNICA

Lucas Santos Gomes
Tecnólogo em Segurança no Trabalho
Técnico em Segurança no Trabalho

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Madson Alexandre Salvino de Melo
Tecnólogo em Segurança no Trabalho
Técnico em Segurança no Trabalho
Pós-Graduando em Gestão Ambiental e Recursos Hídricos

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Danilo Henrique Ferreira Gomes
Técnico em Segurança no Trabalho

FALE CONOSCO:

Malg.consultoria@hotmail.com
Madson Alexandre Salvino de Melo
(55) 75 8814 9093
(55) 75 9190 1636
madsonalexandre@hotmail.com

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Lucas Santos Gomes
lucas_sandes2@hotmail.com
(55) 75 9231 7482
(55) 75 8883 2363

*****************************************

Danilo Henrique Ferreira Gomes
danilohenrique88@hotmail.com

(55) 75 9189 1241
(55) 75 9189 4895

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

NOTA DE ESCLARECIMENTO COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMATIZAÇÃO E PROGRAMAS - CGNOR / DSST


Prezados Tecnólogos,

Em atenção à grande demanda de pleitos referentes à inclusão da categoria “Tecnólogos em Segurança do Trabalho” no quadro de profissionais do SESMT (NR-04), a Comissão Tripartite Paritária Permanente - CTPP, elaborou uma nota de esclarecimento, a qual segue em anexo.

Coordenação-Geral de Normatização e Programas - CGNOR / DSST
Esplanada dos Ministérios - Bloco "F" - Anexo "B" - Sala 107
Brasília / DF  





terça-feira, 15 de janeiro de 2013

EMPRESÁRIOS FIQUEM ATENTOS



           POR QUE TER O PPRA E PCMSO NA EMPRESA

      Com inúmeras vantagens para o empregador e para o empregado a implantação dos programas PCMSO e PPRA nas empresas de reparação, através do Sesi, tem como objetivo principal:

- prevenir os acidentes de trabalho;

- reduzir a perda de material e de pessoal;

- permitir o ganho na otimização dos custos;

- diminuir os gastos com saúde;

- aumentar a qualidade, produtividade e a competividade.

 O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) visa à preservação de saúde e de integridade física dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho. O principal objetivo do PPRA é fazer da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais uma forma de eliminar ou minimizar os riscos para os trabalhadores e terceirizados, melhorando o desempenho dos negócios.

 Já o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) é um programa que especifica procedimentos e condutas a serem adotadas pelas empresas em função dos riscos aos quais os empregados se expõem no ambiente de trabalho. Seu objetivo é prevenir, detectar precocemente, monitorar e controlar possíveis danos à saúde do empregado. Implementar o PCMSO é importante, sobretudo para cumprir a legislação em vigor. Além disso, as empresas que implantam esse programa podem estar prevenindo possíveis conseqüências jurídicas decorrentes do aparecimento de doenças ocupacionais, como processos cíveis, criminais e previdenciários.

Esses programas são exigidos pela, visa preservar o empregador de possíveis afastamentos, acidentes de trabalho, redução da insalubridade e, se bem utilizados, geram uma grande economia às empresas.

Por que ter o PPRA e o PCMSO?

 A lei obriga as empresas a controlar e proteger a saúde dos seus trabalhadores sob pena de fiscalização, multas e reclamações trabalhistas. Todas as empresas deverão ter, além de outros documentos, o PPRA da empresa e o PCMSO dos seus empregados.

  Além de evitar prejuízos a implantação dos programas de saúde ocupacional pode gerar ganhos para o empresário com a possibilidade de isenção do pagamento do adicional de insalubridade e seus reflexos.

 Para saber mais sobre as normas regulamentadoras acesse:

http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentaDORAS/Default.asp


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